• Neste mês de maio, a Biblioteca Pública do Estado da Bahia está completando 204 anos! Confira a história dessa Instituição bicentenária!
  • Todas as segundas e quartas-feiras, a Biblioteca promove gratuitamente duas sessões de cinema, com o projeto "Filme na Biblioteca". Confira a programação!
  • Biblioteca é lugar de criança! Confira as oficinas do mês no Setor Infantil e traga a garotada para uma viagem pelo mundo do livro, com muita cultura e diversão!
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

VÍDEO "200+1: Porque Você Faz Parte Dessa História" - Colaboradores

Maio é o mês de aniversário da Biblioteca Pública do Estado da Bahia! Como parte da comemoração pelos seus 202 anos, a Biblioteca apresenta o vídeo "200+1: Porque Você Faz Parte Dessa História", produzido em 2012. O vídeo, dividido em três capítulos, apresenta Colaboradores, Frequentadores e Funcionários, que compartilham suas opiniões e experiências sobre a primeira Biblioteca Pública do Brasil. Confira o primeiro capítulo:



Biblioteca Pública do Estado da Bahia - 200+1: Porque Você Faz Parte Dessa História

Coordenação Geral: Edwin Neves

Produção: Núcleo Biblioteca Viva
Equipe: Morgana Gama / Silvia Dias / Thaís Caribé / Cleber Fraga / Amanda Julieta

Entrevistados: Adailton Poesia / Antônio Barreto / Carlos Barros / Denis Sena / Jussara Mathias / Lucas de Souza / Pedro Pontes ("Desdentado") / Roque Araújo

Filmagem: 3baías Filmes

Realização: Biblioteca Pública do Estado da Bahia / Diretoria de Bibliotecas Públicas / Fundação Pedro Calmon / Secretaria de Cultura do Estado da Bahia

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Servidora da Biblioteca concorre ao prêmio Boas Práticas

Rita Telles mostra  às avaliadoras os livros em tecido do projeto
Mariana Viana e Viviane Sá Moura da comissão especial de seleção e julgamento do prêmio Boas Práticas visitaram, no último dia 14, a Biblioteca Pública do Estado da Bahia - Setor Infantil, para avaliar o projeto Tecendo Caminhos para a Leitura executado sob a orientação de Rita Telles, servidora que concorre ao prêmio.

Serão escolhidos 20 finalistas entre as 275 inscrições nos prêmios "Boas Práticas" e "servidor Cidadão", que neste ano registraram um crescimento de 11,27% em relação ao ano anterior. Ao todo, serão oferecidos R$ 74 mil para os servidores estaduais vencedores.

Cada um dos prêmios oferece R$ 10 mil para o primeiro lugar, R$ 7 mil para o segundo, R$ 5 mil para o terceiro, R$ 3 mil para o quarto, R$ 2 mil para o quinto e R$ 1 mil para as histórias colocadas entre o 6º e o 10º lugares.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Mas afinal, o que é o Papercraft?

Fizemos a pergunta para Djacir Pereira, que está com a exposição "A Arte do Papercraft" no Vão do Foyer da Biblioteca até o dia 15 de fevereiro. O artista deu dicas e comentou sobre o trabalho que é montar as peças que geralmente são personagens de desenhos,  filmes e que fazem a cabeça de crianças, jovens e adultos. Confira: 

Biblioteca Viva: Como surgiu o papercraft?
Djacir Pereira: Segundo pesquisas, o papercraft existe desde a II Guerra Mundial. As crianças da época faziam desenhos, recortavam de forma grosseira e montavam peças. Com o passar do tempo, os artistas foram melhorando o traçado e o acabamento. Hoje temos gráficas, desenhistas profissionais e o computador que ajudam cada vez mais na perfeição das peças.

BV: Quando você começou a trabalhar com essa forma de arte?
DP: Eu estava com um amigo quando ele encontrou na internet um modelo simples da pirâmide do Egito e eu achei interessante. Então, ele me passou um site que tinha esse modelo e fui a procura de mais modelos, fui gostando do trabalho, fazendo pesquisas e hoje já tenho mais de 500 modelos montados.

BV: Em quais lugares você já expôs seus trabalhos?
DP: Já fiz exposições em vários shoppings conhecidos da cidade, livrarias e agora estou tentando abraçar as escolas, por ser um trabalho de interesse também das crianças. 


Papercraft do herói Hulck 
BV: Quais são as vantagens do papercraft para crianças e jovens?
DP: O papercraft trabalha a coordenação motora, a concentração, auto-estima e estimula a criança ou jovem ao trabalho manual. Por isso quero levar o trabalho às escolas e discutir com as diretorias a possibilidade de incluir o papercraft como parte da grade de matérias. 

BV: Onde a criança pode encontrar modelos de papercraft para fazer em casa?
DP: Quando faço exposições eu vendo um CD com vários modelos e informações porque a maioria dos sites são estrangeiros, ou contém conteúdo impróprio, ou tem vírus.


BV: Quais são as dicas para quem quer começar a manusear o papercraft?
DP: Tem que começar pelos modelos mais simples, de uma ou duas folhas, pra começar a pegar a técnica, porque normalmente quem começa com o mais complicado logo desiste da montagem. Também é importante ter paciência na hora do corte e colagem para dar um melhor acabamento à peça. 

BV: Qual das peças em exposição demorou mais tempo de montar?
DP: O Hulck. Ele não é tão grande assim, mas a quantidade de peças dele chega a 250. Agora tem um que fiz, que já perdi, que ele tinha 1,30m, 900 peças e demorou 15 dias para montar. Esse, sem dúvida, foi o mais trabalhoso.

Exposição A Arte do Papercraft
Quando: 23/01 a 15/02, das 08h30 às 21h
Onde:  Vão do Foyer (térreo)
Quanto: Gratuito

Blog de Djacir Pereira: http://djartespapercraft.blogspot.com/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Entrevista - Zéu Borges

O artista plástico Zéu Borges, que está com a exposição Hoje é um bom dia para ser feliz no Foyer da Biblioteca, concedeu uma entrevista à Biblioteca Viva e contou sobre o processo de criação, influências e inspiração dos seus quadros. Confira: 




Biblioteca Viva: De onde surgiu a ideia de misturar as texturas e elementos nos quadros? 
Zéu Borges: Eu reciclo coisas desde pequeno e na queima da cerâmica se perde pelo menos 10% do material. Um dia, tive a ideia de reaproveitar esses pedaços e misturar com outras texturas.

BV: Como é o processo de realização? 
ZB: primeiro eu trabalho na modelagem e queima da argila e depois passo para a fixação da massa acrílica. As peças são feitas uma a uma e os movimentos vêm do imaginário. O interessante é que mesmo com as peças fixas, a sensação de movimento é contínua. 

BV: Quais foram as inspirações para fazer os quadros da mostra?
ZB: A influência de Salvador e a afinidade que tenho com a estética negra, um pouco de vidas passadas... Enfim, não é uma resposta muito certa...

BV: Essa é a primeira vez que você expõe obras com essa técnica?
ZB: Esse ano fiz uma no Teatro Gamboa e já expus em alguns locais dos interiores de Seabra e Palmeiras, usando a mesma técnica e temática negra, porém sempre variando nas mensagens e títulos.

BV: Por que escolheu o nome Hoje é um bom dia para ser feliz?
ZB: É um questionamento que trago. Em vez de estarmos complicando, vamos facilitar um pouco mais,. A necessidade de ser aceito pelos outros em vez de descobrir o que realmente você é e o tempo curto para muita coisa consome a gente. Vejo essas coisas ao meu redor e não quero isso pra mim, por isso tento trazer um pouco de positivismo nos quadros.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

É hoje!

Hoje tem a abertura da exposição "Capão, Memórias e Cores", do artista Salomão Zalcbergas, às 19h no Foyer da Biblioteca. Em uma conversa com a Biblioteca Viva, o artista comenta sobre o processo de criação, as cores e a magia do Capão: 
Salomão Zalcbergas

Biblioteca Viva - Quando começou o processo de observação no Capão?

Salomão Zalcbergas - Conheço o Capão há 30 anos. Desde então, começei a perceber as mudanças no Vale. Quando cheguei, não havia luz elétrica nem água encanada e hoje já tem. Venho observado todas essas evoluções e tentado registrá-las. 

BV- Há quanto tempo você vem trabalhando nesse projeto?

Salomão - O trabalho com as telas é recente, mas venho trabalhando na pintura de casas e muros do Capão. Tento registrar a história da cidade através da pintura para guardar as lembranças dos antepassados. 
BV - Como consegue revelar os personagens do Vale nas suas telas?

Salomão - Através da vivência. Não teria como fazer o trabalho se eu estivesse distante, registro somente com o olhar. Não sou acadêmico, meu estilo é caricatural e o importante para mim é a cor, a sintonia entre elas. 

Obra: O Armazém
BV - Tem preferência por alguma tela? 

Salomão - O público tem suas preferências mas para mim é difícil. Cada obra é um desafio, uma verdadeira sabatina cromática. "O Armazém" foi um problema para harmonizar as cores, porque a cena em destaque acontece dentro da vila, que está abaixo. Tive que fazer uma fusão entre o chão e o céu e só ontem consegui terminar. Eu vou fazendo, os problemas vão surgindo e as soluções aparecendo. 

  BV - Quais são os projetos futuros? 

Salomão - Amanhã viajo novamente ao Capão para participar da filmagem de Robert Studart, cinegrafista baiano que vive em São Paulo e é amante do Vale.