• Neste mês de maio, a Biblioteca Pública do Estado da Bahia está completando 204 anos! Confira a história dessa Instituição bicentenária!
  • Todas as segundas e quartas-feiras, a Biblioteca promove gratuitamente duas sessões de cinema, com o projeto "Filme na Biblioteca". Confira a programação!
  • Biblioteca é lugar de criança! Confira as oficinas do mês no Setor Infantil e traga a garotada para uma viagem pelo mundo do livro, com muita cultura e diversão!
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dia de Bruxas e Livros na Biblioteca


Atualidades e Biologia serão revisadas nesta quinta no "Aulão Solidário"

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Dando continuidade a revisão dos assuntos cobrados para os vestibulares da UFBA e da UNEB, o Aulão Solidário promove  nesta quinta-feira (27), aulas voltadas para as disciplinas de Biologia com o prof. André Luís e Atualidades com o prof. Rômulo Teixeira. O projeto é uma parceria entre a Ong Pierre Bourdieu e a Biblioteca Pública do Estado da Bahia.

Inscrições - é necessário comparecer à Ong ou à Biblioteca Pública (Núcleo Biblioteca Viva - 3º andar) e preencher a ficha de inscrição com nome e RG. Como ingresso, o estudante deve trazer um brinquedo novo ou usado para ser doado ao projeto "Educação Cidadã nos Centros Municipais de Educação Infantil", que atende a creches infantis com crianças de 0 a 5 anos em Salvador.

As aulas são ministradas por professores que participam do curso pré-vestibular da Ong, sempre às 18h.

Onde: Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Barris (Auditório - 3º andar)
Quando: 21, 26, 27 de outubro e 09*,11 de novembro, sempre às 18h
Quanto: doação de brinquedo novo ou usado para o projeto "Educação Cidadã nos Centros Municipais de Educação Infantil"
Contato: (71) 3117-6041 (Biblioteca Viva), 3328-2801 ou 3491-0199 (Ong Pierre Bourdieu)
*A confirmar.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Encontro reune artistas que participarão da IV Lavagem da Biblioteca


Nesta terça-feira (25), um encontro reuniu os artistas participantes da lavagem para acerto dos detalhes da programação festiva. Márcia Short, Mikael Mutti (Percusivo Mundo Novo), Marcos Paulo (Kem Samba Vem) e Lucas de Souza (Multipétalos) marcaram presença e deram uma prévia do que irá rolar na 4ª edição da lavagem profano-literária baiana. Confira as perguntas feitas pela assessoria de comunicação para os artistas: 

Biblioteca Viva - Essa é a terceira vez que você participa da Lavagem da Biblioteca. O que essa ação cultural significa para você?
Márcia - Para mim pontua a importância da leitura e do sucesso à chegada ao objetivo que é o conhecimento. É uma alegria participar, principalmente porque essa biblioteca foi parte da minha infância. Estudava no Salete e minha mãe vendia acarajé no Centro. Quando minha aula acabava, ficava aqui lendo no Setor Infantil, esperando minha mãe terminar de trabalhar. 

BV - Como será a dinâmica da concentração no trio?
Marcos Paulo - A gente trabalha no resgate do samba duro e mistura esse ritmo com música eletrônica, mas sem perder a raiz. Podemos definir o Kem Samba Vem como um meio de valorização e difusão da Cultura Afrobrasileira para trabalhar a expansão da socialização na comunidade.

BV - Qual estilo musical predominará durante o trajeto?
Lucas - O trio elétrico será uma brincadeira de três, onde eu, Alana e Mikael vamos tocar um pouco do repertório dos Multipétalos e também um pouco do repertório do projeto Feijão de Corda, que traz uma releitura de músicas da rainha Daniela Mercury. O público pode esperar dos Multipétalos uma pegada de axé com música eletrônica e música popular brasileira. 

BV - O que o público pode esperar para os shows?
Márcia - Uma viagem das melhores lembranças do carnaval da década de 80, com certeza. O show que eu trago é o Axé Acústico, que já venho trabalhando à um ano e que vai sempre se modificando. Dei uma ampliada no repertório porque entendi que desde os anos 80 o pessoal pegava música popular e transformava em samba-reggae. Vou tocar algumas do amigo Magary, coisas da Banda Mel e o público ainda pode interagir, porque sempre passo um saquinho no show para as pessoas colocarem sugestões dentro.

Assessoria Magary - Músicas próprias, algumas releituras de jazz e soul, pop e, claro, o semba, que é um ritmo bem cultural e baiano e que funciona muito bem. Para Magary é uma felicidade estar na IV Lavagem porque ele incentiva muito a leitura e a música de qualidade. 

Mikael - Nós usamos muito  novas tecnologias como lasers, sons de videogames para fazer uma mistura de música brasileira, alternativa e eletrônica. O público pode esperar inovação e raiz. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Conversando com sua História abordou Africanização do Carnaval de Salvador

Hoje (24), às 17h, foi realizada mais uma edição do curso Conversando com sua História, do Centro de Memória da Bahia, na Sala Katia Mattoso da Biblioteca Pública do Estado (Barris). O palestrante convidado, Professor Doutor Raphael Rodrigues Vieira Filho, abordou o tema “A africanização do carnaval de Salvador-BA: a recriação do espaço carnavalesco (1876-1930)”.
Elitização - Durante a palestra, o professor analisou também as modificações da festa e citou a elitização do carnaval como fator determinante : "a partir das décadas de 80, 90 o carnaval perde esse sentido de ser popular e passa a ser um carnaval elitizado, tanto nos eixos Rio de Janeiro e São Paulo como em Salvador, Recife e outras cidades menores. O carnaval não possui mais caráter popular e passou a ser dominado por uma elite preocupada com a festa, não com o povo. Dos anos 2000 até agora, tem sido colocado com uma nova fase para as maniestações momescas, populares. Vários estudos sobre micaretas estão sendo realizados", afirmou.
Conversando com Sua História - Promovido desde 2002 pelo Centro de Memória, unidade da Fundação Pedro Calmon/Secult, o curso Conversando com sua História  acontece sempre às terças-feiras e se estende até o mês de outubro. Mais informações no telefone (71) 3117-6030 ou no site da Fundação Pedro Calmon.

Realidade das bibliotecas escolares alemãs é exposta em Seminário

Prof. Günter Schlamp Hessen
"Na Alemanha, creio que só 5% das escolas são particulares. Na região leste, que fez parte do lado comunista antes da queda do muro de Berlim, há mais escolas privadas porque os pais não querem mandar seus filhos para as escolas públicas, onde os professores ainda são dessa época.

Essas escolas particulares possuem bibliotecas mas apenas metade das escolas públicas possuem bibliotecas, que são mantidas pelos pais e professores. Por ter poucos bibliotecários, às vezes as bibliotecas públicas chegam a funcionar apenas uma tarde por semana. Essas bibliotecas públicas e particulares não interagem, não há comunicação alguma entre elas." - Prof. Günter Schlamp Hessen, Bibliotecário da Alemanha e Conselheiro de Secretarias de Educação nos estados alemães de Hesse e Berlim-Brandenburgo durante Seminário Biblioteca como Instituição do Saber, realizado nesta segunda-feira (24).